Os segredos de Raymond e Companhia, e como estão os atores hoje

“Raymond e Companhia” acompanhava a família Barone, e nos fornecia muito entretenimento de qualidade. A sitcom era sempre muito divertida, com seu grupo de personagens animados. Você que assistia tinha sempre uma dessas duas reações: ou desejava entrar para a família, ou ficava aliviado por não ser parte dela. Essa última porque, realmente, havia uma aparente falta de espaço pessoal na casa dos Barone.

Foto de Jeffrey Mayer/WireImage

Ray Romano conduziu no seriado um elenco cheio de estrelas: especificamente Doris Roberts, Patricia Heaton, Peter Boyle e Brad Garrett. Os fãs ficaram arrasados quando o programa terminou, mas nos bastidores nem tudo era o mar de rosas que se via na telinha. Confira agora alguns fuxicos que não apareciam nos créditos.

Os autores se inspiraram em pessoas e fatos reais

Apesar de o sitcom ser fictício, havia algumas ligações com a vida real em cada episódio. Philip Rosenthal, criador do programa, revelou que a maioria do conteúdo dos episódios de “Raymond e Companhia” vinha de fatos reais que aconteceram com a equipe ou o elenco.

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Monica Horan deu vida a Amy, namorada (e mais adiante esposa) de Robert, que era irmão de Ray. Mas, na vida real, Monica era a mulher de Philip Rosenthal. Muitas das discussões que aconteciam entre os personagens Amy e Robert eram baseados em brigas entre Monica e Phil em seu relacionamento na vida real.

Acabaram as ideias para que as gravações continuassem

Rosenthal instruiu seus atores e roteiristas a entrar em brigas com seus cônjuges em casa, e então voltarem para o trabalho e contarem o que aconteceu. Essa estratégia era para engendrar novas ideias para o programa e desenvolver mais episódios. Mas, não foi um sistema sustentável; se mantivessem a estratégia, os casamentos não teriam sobrevivido por muito tempo.

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Depois de nove temporadas, a equipe criativa estava ficando sem ideias novas. Então, tomaram a decisão de terminar o programa enquanto esta ainda estava no auge. Por mais que fosse de cortar o coração ver que a série estava chegando ao fim em 2005, ninguém pode dizer que o programa decaiu ou ficou monótono com o passar do tempo.

O stand-up de Ray no The Late Show com David Letterman

Ray Romano era um comediante de stand-up antes de ganhar o papel de Raymond, em “Raymond e Companhia”. Mas isso não lhe rendeu muito dinheiro, então teve que conseguir um segundo emprego como entregador de móveis para pagar suas contas.

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Ray fez stand-up por doze anos antes de ser convidado para aparecer no The Late Show com David Letterman. A aparição foi um estouro e ele impressionou tanto o pessoal de Letterman que eles o contrataram depois disso, dizendo que queriam que ele fizesse um programa de TV.

Peter Boyle não contou para as pessoas sobre o câncer que teve

Peter Boyle – que fazia Frank, o pai de Ray e Robert no programa – descobriu que estava com câncer em 2002. Ele foi diagnosticado com mieloma múltiplo, mas optou por não contar isso no set de filmagens. Em vez disso, decidiu compartilhar as notícias somente com seus familiares e alguns poucos membros do elenco.

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Ele contou para Doris Roberts, que vivia sua mulher no programa, e pediu a ela um conselho sobre se devia contar a todos ou não. Ela disse que não, alegando que eles iriam tratá-lo “como uma pessoa prestes a morrer”, e ele “não precisava disso”. Boyle continuou as gravações do programa em silêncio, infelizmente falecendo aos 71 anos em 2006.

Os nomes dos gêmeos eram uma ponte para a vida real de Ray Romano

Boa parte do conteúdo do programa já era baseado na vida real. O primeiro nome de Ray, as discordâncias e histórias de vida – todas acabaram entrando no roteiro da sitcom. Isso acrescentava profundidade à família e a tornava mais real para os telespectadores. Mas havia algo que Ray não estava disposto a fazer.

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No primeiro episódio, os gêmeos recebem os nomes de Gregory e Matthew, e são interpretados pelos trigêmeos Ferreira. Estes eram os nomes dos verdadeiros filhos de Ray, também gêmeos, então ele pediu um reajuste de nomes. Geoffrey e Michael estrelaram logo no segundo episódio e foram interpretados por Sawyer e Sullivan Sweeten.

Brad Garrett tinha problemas com álcool durante a primeira temporada

Durante a primeira temporada de “Raymond e Companhia”, Brad Garrett foi descrito por si mesmo como um alcoolista funcional. Ele dizia que tomava bebidas alcoólicas todos os dias e usava isso como um tipo de mecanismo de defesa para as coisas que estavam fora de controle em sua vida.

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Garrett foi transparente sobre suas batalhas contra o álcool num livro chamado “When the Balls Drop” (“Quando Pisamos na Bola”, em uma tradução livre do título). Ele diz que se deu conta de que ia morrer por causa do consumo do álcool se não fizesse algo para controlar isso. Então, em 1997, um pouco antes do último episódio da primeira temporada ir ao ar, Garrett procurou ajuda profissional para parar de beber.

Brad Garrett não acreditava em Ray Romano no começo

Como este foi o primeiro papel de Ray Romano em Hollywood, era razoável que houvesse dúvidas sobre suas habilidades na atuação. No livro de Garrett, o autor revela algumas de suas próprias hesitações sobre seu colega de elenco.

Foto de Mindy Small/FilmMagic

Garrett escreve que estava nervoso com o fato de trabalhar com Ray, preocupado com a capacidade do ator de levar o programa adiante por conta própria. Havia a possibilidade de Ray Romano afundar com a sitcom, além de levar consigo todo o elenco. Felizmente, as preocupações de Garrett foram prematuras demais e o programa acabou tendo um sucesso estrondoso.

Houve desentendimentos reais no set de filmagens

Enquanto o conteúdo humorístico do programa vinha da vida doméstica e de discussões acaloradas, algumas brigas realmente aconteciam quando as câmeras paravam de rolar. Muitos desses desentendimentos eram entre Patricia Heaton e Peter Boyle, que tinham visões políticas drasticamente diferentes.

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Boyle era liberal e Heaton conservadora. Isso levava a debates intensos entre os dois, que frequentemente deixavam todo mundo se sentindo desconfortável no set. Apesar de tudo, havia um amor familiar que permanecia no local, e todos fizeram questão de demonstrar o carinho que sentiam por Boyle, depois de seu falecimento.

Pagamentos desiguais causaram problemas com o elenco

Mesmo que Ray Romano fosse o personagem principal, não haveria programa sem o resto da família. Então, quando Brad Garrett soube da gigante diferença de pagamento entre Ray e o resto do elenco, é fácil entender por que isso causou problemas.

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Romano estava ganhando 1,8 milhão de dólares por episódio, enquanto o resto ganhava cerca de 160 mil. Para tentar dar um jeito nisso e tornar a coisa mais justa, Garrett organizou uma greve do elenco em 2003. A greve durou duas semanas até que garantiram ao elenco seus direitos sindicais, totalizando um adicional de 20 milhões para cada.

Ray Romano não gostava do nome do programa no começo

De acordo com Romano, o título do programa surgiu de um comentário ousado que o seu irmão, que é policial, fez sobre como todo mundo o amava (o nome original do sitcom é Everybody Loves Raymond, “Todo mundo ama o Raymond” em português). Isso foi pensado inicialmente como o nome do programa, mas a intenção era mudá-lo para um título melhor depois.

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Mas, depois de ser incluído no episódio piloto, o nome ficou – e os telespectadores gostaram dele. Romano estava nervoso com as críticas, mas o título do programa não causou nenhum comentário insultuoso nem nada do tipo; na verdade, tornou-se uma frase comum em vários lares dos anos 90.

O pai de Patricia Heaton estrelou no programa

Chuck Heaton é um conhecido jornalista esportivo, tendo trabalhado no Cleveland Plain Dealer por mais de 50 anos. Ele também é o pai de Patricia Heaton (Debra em “Raymond e Companhia”). Coincidentemente, Raymond também é um jornalista esportivo no programa.

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Por conta dessa coincidência, não foi difícil para os autores do programa mencionarem o verdadeiro pai de Patricia enquanto ela falava com o marido de sua personagem. Em um episódio, Debra comenta que o maior concorrente de Raymond é ninguém menos que Chuck Heaton.

O irmão real de Romano não era muito fã do irmão de Ray no programa

Usar a influência da vida real funcionou para boa parte do programa; mas, houve algumas coisas que não agradaram a todo mundo. Por exemplo, o irmão real de Ray, Rich, trabalhava como policial enquanto o programa estava sendo exibido. O irmão de Ray no programa, Robert, também era policial, apesar de não ser tão bom em seu trabalho.

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Como resultado disso, Rich era alvo de várias brincadeiras dos policiais por coisas que aconteciam no programa. Ray uma vez chegou a dizer que, antes de se aposentar, seu irmão tinha suportado muitas piadas e zombaria por parte de seus colegas. O motivo, provavelmente, se dava por estes acharam que a sitcom estava mais para um documentário do que para a ficção.

Patricia Heaton não era a melhor chefe

Patricia Heaton é uma atriz e mãe ocupada, logo, é fácil de entender por que ela contratou uma assistente para manter as coisas nos eixos. Porém, parece que ela não era a melhor chefe. Em 2009, Jennifer Lee, sua ex-assistente, processou Heaton por fazê-la trabalhar horas extras sem pagá-la e dever para ela mais de 7 mil dólares.

Foto de Matthew Simmons/Getty Images

Lee destacou em seu caso que “se os ricos e famosos querem empregar indivíduos para suprir todas as suas necessidades, eles também precisam parar de violar as leis que tratem de salário e horas trabalhadas no estado da Califórnia.” Heaton e seu time jurídico não tiveram nada a dizer sobre o caso.

Houve boatos de um spin-off sobre Robert

Robert era o charmoso irmão mais velho de Raymond. Todos os membros da família tinham algo que amávamos, mas Robert tinha um lugar especial no coração de muitos fãs. Os criadores amavam o personagem, também, porque haviam desenvolvido a ideia de um spin-off (série derivada de outra original) depois que “Raymond e Companhia” acabasse.

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O spin-off seria sobre Robert depois de ele se mudar para a Filadélfia e se tornar um professor de academia. Phil Rosenthal sugeriu o conceito à CBS, mas, infelizmente, o projeto não saiu do papel. Nós definitivamente teríamos acompanhado esse programa se ele tivesse sido gravado e exibido!

Um dos gêmeos Sweeten não chegou aos 20 anos

Telespectadores e outros membros do elenco adoravam os gêmeos que interpretavam os filhos de Raymond no programa. Nós os vimos crescer diante das câmeras – de bebês de colo até a juventude. Mas, tragicamente, uma década depois do fim do sitcom, um dos gêmeos Sweeten cometeu suicídio.

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De acordo com seus entes queridos, Sawyer Sweeten nunca tinha dado sinais visíveis de depressão e era considerado um cara feliz e otimista. Durante sua última semana de vida, porém, houve uma mudança dramática, rápida demais para que houvesse tempo para qualquer intervenção. Apenas duas semanas antes de completar 20 anos, Sawyer morreu com um tiro autoinfligido.

Patricia Heaton esteve grávida duas vezes durante as gravações do programa

Uma das partes mais difíceis de ser atriz é esconder a gravidez enquanto se filma um projeto. O personagem de Patricia Heaton já tinha três filhos e não queria mais crianças. Na sua vida fora da telinha, porém, Heaton passou por duas gestações enquanto filmava “Raymond e Companhia”.

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Não havia uma maneira de incorporar estas gravidezes no roteiro, então Heaton teve que tentar escondê-las. Os truques mais típicos que foram usados: posicionar objetos na frente da atriz, roupas mais frouxas, ângulos específicos, etc. A equipe trabalhou tão bem que poucas pessoas souberam que Heaton estava grávida.

O método de Peter Boyle para o teste perfeito

Quando Peter Boyle fez o teste para o papel do pai rabugento, Frank Barone, ele precisava transmitir uma certa impressão de “velho resmungão”. Por sorte, os começos dos seus dias lhe proporcionavam o exato tipo de humor que ele precisava para ir bem no teste.

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Naquele dia, Peter não achou vaga para estacionar; entrou no prédio errado, e lutou para ingressar no estúdio – tudo isso antes do seu teste. Esse humor matinal, junto com suas incríveis habilidades de atuação, ajudaram Boyle a conseguir o papel pelo qual todos nós o conhecemos.

Maggie Wheeler quase interpretou Debra

No programa, Maggie Wheeler deu vida à Lind, amiga da família Barone. Mas esse não era o papel que ela inicialmente queria. Quando ela fez o teste, esperava conseguir o papel de Debra, a esposa de Raymond.

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Ela quase conseguiu o personagem, entretanto, os executivos da CBS acharam Wheeler “étnica demais” para o papel de Debra, e em vez disso deram o personagem para Patricia Heaton. Eles ainda queriam Wheeler no programa, porém, e por isso ofereceram a ela um papel menor, que ela acabou assumindo.

Doris Roberts era uma mulher ocupada

Doris Roberts teve uma longa carreira tanto no teatro como na televisão. Os produtores do programa entraram em contato com ela para oferecer o papel da mãe de Raymond e Robert, Marie. Ela respondeu dizendo que estava ocupada dirigindo uma peça, e que não ia ter muita energia para assumir outro projeto.

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Porém, mais tarde, os produtores conseguiram convencê-la a fazer o teste e, apesar de sua agenda abarrotada de compromissos, ela venceu centenas de outras atrizes que disputavam o papel. Hoje em dia, não poderíamos imaginar outra pessoa dando vida à brilhante Marie, que mantinha todo mundo na linha em “Raymond e Companhia”.

Foi difícil para Patricia Heaton deixar sua “família”

Em qualquer série de TV, o fim é inevitável; mas quando você esteve num programa por quase uma década, pode ser muito tocante terminá-lo. Patricia Heaton achou o fim da série incrivelmente difícil, chorando na maior parte dos ensaios dos episódios finais.

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Heaton acabou perdendo sua voz de tanto que chorou, quando a série estava chegando ao fim. Isso significava que ela era incapaz de dizer as suas falas, e já que o episódio final devia ser filmado diante de uma plateia ao vivo, a gravação teve que ser adiada até que Heaton recobrasse sua voz.

Ray Romano foi a maior influência

O sitcom foi vagamente inspirado na vida real de Ray Romano. Ele era o personagem principal, Raymond Barone, um jornalista esportivo criando três filhos com sua mulher, Debra. Seus pais e o irmão, o policial Robert, viviam em frente à sua casa, do outro lado da rua.

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Enquanto o programa estava sendo exibido, a fama de Ray cresceu nas casas de muitas pessoas. A sua performance na série lhe rendeu um Emmy em 2002. Ele fez aparições como convidado, ainda como Raymond Barone, em outras sitcoms, como “Cosby Show”, “The Nanny”, “O Rei do Queens” e “Becker”.

Romano continuou trabalhando depois do programa

Desde o fim da série, Romano tem aparecido em vários outros programas de TV, e até mesmo emprestou sua voz para Manny, o amável mamute da clássica franquia de animação “Era do Gelo”. Ele também apareceu na série “Parenthood” por três anos.

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Desde 2017, Romano interpreta Rick no programa “Get Shorty”. Ele também usou seu arsenal de talentos para desenvolver e estrelar a série “Man of a Certain Age”. Outros papéis que Romano fez foram nos filmes “Doentes de Amor”, e o original da Netflix “O Irlandês”.

Patricia Heaton era uma esposa sobrecarregada

Debra, a esposa de Raymond, vivia muito próxima da família do marido, que estava constantemente em sua casa. Debra é mãe de três filhos, e se via estressada e desvalorizada: um padrão para praticamente todas as esposas em um sitcom dos anos 90. E Patricia Heaton retratou perfeitamente esta personagem.

Fonte: Reddit

Heaton recebeu várias nomeações por seu papel de Debra, como o Prêmio de Melhor Atriz numa Série de Comédia por dois anos seguidos, 2000 e 2001. Um fato curioso é que apesar de ter ganhado só duas vezes, ela foi nomeada para esse exato prêmio todos os anos desde 1999 até 2005.

De uma mãe para a outra

Quando “Raymond e Companhia” acabou, Patricia Heaton estava particularmente abalada. Mas ela rapidamente encontrou outra família fictícia para amar e adotar. Heaton conseguiu o papel de Frankie, a mãe que cuidava da família Heck, em “The Middle”.

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A atriz fez esse papel de 2009 até 2018, ano em que o programa terminou. Desde o final da série, ela escreveu um livro e trabalhou com entidades de caridade, muito importantes para ela. Heaton esteve recentemente no programa “Carol’s Second Act”, entre 2019 e 2020.

Brad Garrett era o irmão de Ray, Robert

Brad Garrett estrelou como Robert Barone, o amável irmão mais velho de Raymond. O personagem era vagamente baseado no irmão real de Ray, que também é policial, mas Garrett se certificou de criar o personagem do seu próprio jeito.

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Robert levou tempo até conseguir pôr sua vida em ordem. O programa começa com Robert morando com seus pais, tendo problemas sérios com relacionamentos. Mas, com o passar dos anos, ele conheceu Amy, e finalmente pôde construir a sua vida e receber o amor que merecia.

O trabalho de Garrett depois de “Raymond e Companhia”

O episódio final de “Raymond e Companhia” não foi o fim do sucesso televisivo de Brad Garrett. Ele teve uma nomeação ao Emmy por seu papel na série de TV “Gleason”, e, além disso, voltou à telinha no sitcom “‘Til Death”. Garrett também fez a dublagem de alguns filmes de animação populares.

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Essas animações incluem “Procurando Nemo”, “Enrolados” e “Ratatouille”. Em sua vida pessoal, Garrett tinha problemas de relacionamento similares aos de Robert. Seu primeiro casamento não foi exitoso e acabou em divórcio. Mas ele não desistiu e mais tarde noivou de sua namorada, IsaBeall Quella.

Doris Roberts nos deu Marie, a mãe da série

Simplesmente não podemos imaginar a família Barone sem Marie, a mãe, conhecida por ser invasiva e mandona. Ela morava do outro lado da rua, em frente à casa de Raymond e sua família, e mantinha os garotos nos eixos. Doris Roberts viveu essa personagem com perfeição.

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Houve vários momentos em que Doris roubou completamente a cena com suas respostas rápidas e comentários sem filtro. Ela tinha zero limites no que diz respeito aos seus filhos, algo com que Debra teve de se acostumar no programa.

Doris morreu em 2016

Roberts teve uma carreira absolutamente incrível, tendo vivido mais de 60 anos. Ela passou a maior parte de sua vida adulta estrelando filmes e programas de TV, alimentando uma notável fama. Durante sua carreira, Roberts recebeu um prêmio Screen Actors Guild e cinco Emmys.

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Depois que a série acabou, Roberts estrelou filmes e séries de TV, como “Mrs. Miracle” e “Madea’s Witness Protection”. Infelizmente, Doris faleceu em abril de 2016, aos 90 anos de idade.

Peter Boyle fazia o papel do marido de Marie

Os pais da família Barone consistiam em Marie e Frank. O pai, um irritável veterano do exército, parecia cabeça-dura, mas o sitcom estaria perdido sem ele. Ele constantemente testava a paciência da mulher, alegando que só havia se casado com ela por causa de seus dotes culinários, mas, ainda assim, temos certeza de que havia um amor real ali.

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Frank e Marie tinham um tipo bem único de casamento – algo que você esperaria de um casal que esteve junto por muitos anos. Em um episódio, Marie mencionou que em 46 anos de casamento, eles tinham vivido muitos altos e baixos. Frank, no jeito mais “frank-o” de dizer, perguntou quando é que haviam tido altos.

Peter Boyle também morreu em 2006

Boyle foi diagnosticado com um tumor ósseo em 2002. Ele continuou atuando e não deixou o câncer afetar sua carreira. Mas, depois que a série terminou em 2005, Boyle não tinha mais muito tempo.

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O ator teve um papel no filme “Todos os Caminhos Conduzem à Casa”, mas o filme só chegou aos cinemas em 2008, depois de ele já ter falecido. Peter Boyle morreu em 2006, devido a uma doença cardíaca, combinada com o câncer. Ele tinha 71 anos de idade. O mundo lamentou a perda deste ator maravilhoso.

Madylin Sweeten era a única neta

A única neta, única sobrinha e filha mais velha da família, Ally Barone, também foi batizada com o nome de um dos filhos de Romano na vida real, sua filha Ally. Na sitcom, Ally é uma garota gentil mas que também pode ser cabeça-dura como o avô.

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A série vê Ally crescer desde a tenra idade até o começo de sua adolescência. Ela cresce graciosamente tanto na telinha como na vida real. Madylin Sweeten, a atriz que viveu Ally, é irmã dos gêmeos que interpretaram os filhos de Debra e Raymond tanto na série como na vida real.

A carreira florescente de Madylin Sweeten no teatro

Depois que a série acabou, Madylin continuou com sua carreira na atuação. Ela teve papéis em séries de TV como “Lúcifer” e “Grey’s Anatomy”. Ela também dublou um dos personagens de “Toy Story 2”. Porém, Madylin parece ser mais apaixonada pelos palcos do que pelas telas.

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Ela esteve envolvida em muitos trabalhos no teatro e até mesmo conheceu seu marido fazendo uma dessas produções. Madylin é hoje em dia casada e muito feliz, vivendo uma vida muito satisfatória. No florescer dos seus trinta anos, ela parece pronta para esse novo capítulo de sua vida.

Sullivan Sweeten viveu um dos filhos de Raymond e Debra, os irmãos gêmeos

Os irmãos Barone eram interpretados pelos gêmeos Sullivan, que eram, na verdade, irmãos de Madylin Sweeten (Ally Barone) na vida real. Sullivan fez o papel de Michael Barone, irmão gêmeo de Geoffrey.

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Os meninos eram o par ideal da família Barone, apesar de ser muito difícil de distingui-los. Suas aventuras no programa são essencialmente em conjunto, e muitos personagens precisavam pedir aos gêmeos para levantar suas mãos a fim de diferenciá-los um do outro.

Sullivan é mais reservado

Sullivan não parece ter nenhuma conta em redes sociais e não se sabe muito sobre o que tem feito desde o estrelato no programa. Ele aparece nas redes sociais da irmã, às vezes, mas fora disso, é bem mais reservado.

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Houve alguns papéis menores feitos por Sullivan com seu irmão depois de “Raymond e Companhia”, mas quando os meninos se tornaram pré-adolescentes, eles não eram mais vistos em público, principalmente depois da trágica morte de seu irmão gêmeo em 2015.

Sawyer Sweeten era o segundo gêmeo Barone

Junto ao seu irmão gêmeo na vida real, Sullivan (Michael), Sawyer Sweeten vivia Geoffrey. Os meninos, como mencionamos, eram dramaticamente idênticos. Eles passaram todo o tempo durante as gravações do programa (nove anos) mantendo o elenco e os fãs entretidos de um jeito que só gêmeos idênticos conseguem.

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Apesar de as crianças não aparecerem em todos os episódios, Sawyer era parte importante da dinâmica do programa – junto de seu irmão. É incrível ver os gêmeos crescerem de crianças tiquinhos à crianças de 10 anos de idade, à medida que a série avança.

Sawyer Sweeten morreu tragicamente em 2015

A vida de Sawyer Sweeten acabou tragicamente quando ele estava a duas semanas de distância do seu aniversário de 20 anos de idade. A família do jovem ator não viu nenhum sinal evidente de que estava com depressão e ficou extremamente chocada quando ele cometeu suicídio. Ambas as famílias da vida real e da TV ficaram arrasadas quando ele morreu.

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Quatro anos depois da morte de Sawyer, seus irmãos abriram um teatro com o seu nome. Não há muita informação sobre o porquê de Sawyer ter sentido a necessidade de tirar sua própria vida tão cedo, mas, podemos afirmar com convicção que aqueles que eram mais próximos a ele ficaram terrivelmente desolados.

Amy era casada com o criador do programa

Amy era a melhor amiga de Debra na série e acabou roubando o coração de Robert. O relacionamento dos dois teve seus altos e baixos, mas mais tarde, os dois se casaram e tiveram um final feliz não tão convencional (mas, surpreendentemente sólido).

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As famílias de Robert e Amy não se davam muito bem, e depois do casamento dos dois, os noivos se mudaram para a casa dos pais de Robert. As coisas não eram sempre fáceis, mas. assistimos a mudança deles para sua nova casa depois que o programa acabou – e Amy claramente era a pessoa certa para Robert.

Monica realizou outros projetos

Monica Horan também é casada com o criador de “Raymond e Companhia”, Phil Rosenthal (lembre-se, ela é a contraparte de várias lutas na vida real que inspiraram os roteiros). Eles estão casados desde 1990 e têm dois filhos.

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Desde que a série terminou, Horan não esteve envolvida muito profundamente com a atuação. Mas ela esteve em vários episódios de séries, incluindo “Enlightened”, “The Bold and the Beautiful”, “The Middle” (com a antiga colega Patricia Heaton) e “Better Things”.